The Darkness – One Way Ticket To Hell (2005)

Banda: The Darkness
País: Reino Unido
Gênero: Hard Rock/Glam Metal
Album: One Way Ticket To Hell
Ano: 2005

Integrantes:
Dan Hawkins – Guitarra Base
Ed Graham – Bateria
Richie Edwards – Baixo
Justin David Hawkins – Vocal/Guitarra Solo

Faixas:
01. One Way Ticket
02. Knockers
03. Is It Just Me?
04. Dinner Lady Arms
05. Seemed Like A Good Idea At The Time
06. Hazel Eyes
07. Bald
08. Girlfriend
09. English Country Garden
10. Blind Man

Em 2003, o The Darkness surpreendeu a todos, com seu disco debutante, o “Permission to Land”, que trazia de volta as velhas guitarras, solos e vocais berrantes do Hard Rock clássico e com seu super-single, “I Believe In a Thing Called Love”.
Embora tenham lançado cinco singles desse álbum (um deles uma b-side), muitos consideraram a banda “um grupo de um só single”, e dessa forma, afirmavam que seu sucesso não passaria do primeiro disco.
Em 2005, a banda anunciou seu segundo álbum, nomeado “One Way Ticket to Hell …And Back!”, que havia sido produzido pelo lendário produtor do QUEEN, Roy Thomas Baker.
Quebrando todas as más espectativas, o disco lançado em Novembro de 2005, traz uma revolução no rock atual, sem dúvidas, levando muitos a considerá-lo “o melhor disco de rock dos últimos 10 anos”. E não é por menos, “One Way Ticket to Hell … And Back!”, traz um novo Darkness, muito mais maduro, e muito mais influênciado pelo QUEEN. Com vocais arrepiantes, músicas orquestradas, letras muito bem pensadas e melodias que nós já havíamos esquecido que poderiam existir.

Abrindo o disco, temos a música “One Way Ticket”, que foi escolhida como o primeiro single do disco. Embora o riff da guitarra se assemelhe um pouco a “I Believe In a Thing Called Love”, nada mais pode ser comparado. Prepare-se para ter outro refrão super pegajoso preso na sua cabeça.

Em seguida, temos “Knockers”, uma música engraçada, que pode parecer com uma balada, até nos depararmos com seu refrão completamente escandaloso. Um solo com piano e guitarra intercalados. Uma das melhores músicas do disco, promissora para próximo single.

A terceira música, “Is It Just Me?”, é outra possiblidade para single. Um riff pesado mixado com vocais que te animam a ponto de fazer pular e dançar, enquanto repete “I wanna give you my love, my love, my love!”.

Em quarto, temos “Dinner Lady Arms”, que já havia sido tocada pela banda durante a turnê do “Permission To Land”. Uma bela música, com um refrão poderoso.

A seguir, encontramos a primeira balada do disco. Com uma orquestra ao fundo, “Seemed Like a Good Idea at The Time”, realmente deixa a antiga balada “Love Is Only a Feeling” pra trás. Emocionante.

“Hazel Eyes” é outra música já conhecida por fãs, por ter sido tocada durante a turnê do primeiro disco. Eis a música mais diferente do disco, com um clima completamente escocês, melodia veloz e gaita de fole!

A sétima música, “Bald”, está para o segundo disco como “Love On The Rocks With No Ice” está para o primeiro. Uma melodia obscura (desta vez com piano), e uma ponte e refrão super emocionantes, além dos agudos muito bem colocados e a letra completamente subjetiva, falando sobre calvície do modo mais Darkness possível. Emocionante é a palavra certa pra descrever.

“Girlfriend” é uma música animada, em que o homem confessa seu amor para a mulher que magoou. Possuída pelos gritinhos já conhecidos e pelo forte sintetizador. Romântica, pegajosa e cruel.

A penúltima música, se chama “English Country Garden”. Percebemos o piano durante toda a música, mas nem por isso a música se torna melosa. Uma melodia muito rápida e animada, com um refrão arrebatador e um solo frenético.

A décima e última música, é outra balada. Esta perfeita para os fãs das músicas lentas do QUEEN. Uma letra bonita, com uma melodia ainda mais. Linda música, fechando o álbum.

E assim se completa o mais novo disco do Darkness, para quebrar a cara e os pescoços de todos que duvidaram da banda. Um disco que não vai, sem dúvidas, desagradar amantes da música, e muito menos os seguidores do rock clássico.

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Publicado em quinta-feira, 17 dezembro 2009, em Música e marcado como , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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