Slash fala sobre seu primeiro álbum solo

    Há algumas semanas, Slash (ex-guitarrista de uma porrada de bandas, incluindo Guns e Velvet Revolver) deu uma entrevista para a revista ‘L.A. Weekly’. Nela, além de outras coisas, ele comentou sobre seu álbum solo e sua dificuldade em coordenar os vocalistas que o ajudaram.
    Aqui confira um pedaço dela, sendo que a entrevista completa, na íntegra e em inglês, está disponível aqui. 🙂
LA Weekly: Você tem uma gravação solo saindo em abril, “Slash”, e ela está sendo considerada como o seu verdadeiro primeiro trabalho solo. Mas você já fez outras coisas sozinho, então como isso pode ser considerado como seu trabalho realmente solo?
 
Slash: Eu acho que isso sempre acontece, desde o primeiro ano tocando guitarra, eu sempre estive em uma banda. Mesmo quando eu tive o Snakepit, que foi uma banda que se originou comigo, aquilo ainda era uma banda. Eram cinco caras diferentes que tinham igual intensidade, então, era uma situação de grupo, aquele tipo de democracia que faz esperançosamente funcionar como banda (risos). Depois de anos fazendo aquilo, veio toda aquela situação com o Velvet Revolver e o Scott (Weiland) e voltando a ter dificuldades com o vocalista, eu precisava fazer algo onde eu pudesse fazer minhas próprias opções. Eu precisava estar apto a fazer qualquer tipo de música que eu quisesse fazer, sem ter qualquer preocupação com outros caras procurando defeitos até a morte ou rejeitando meu material”.

LA Weekly: Falando em vocalista problemáticos, você, com toda certeza, trabalhou com dois dos mais difíceis da indústria – Axl e Scott. Nesse álbum solo você trabalha com vários vocalistas: Iggy Pop, Ozzy, Fergie…

 
Slash: Desde Kid Rock até Ozzy, Iggy Pop, Lemmy – os caras da velha guarda – e também Andrew Stockdale, do Wolfmother e M. Shadows, do Avenged Sevenfold, é uma mistura bem eclética de vocalistas. Mas todos foram ótimos. Todos eles foram realmente profissionais, obviamente, muito talentosos, mas nenhum deles me deixou com a impressão de ser altamente volátil. Foi uma situação muito legal, porque era somente uma canção. Não era nada parecido como se fosse o próximo hit deles, que eles precisavam se preocupar. Era só uma canção para o Slash; nada demais”.
LA Weekly: Bem, então não foi como trocar as dificuldades de trabalhar com um vocalista pela dificuldades de trabalhar com 12. Você teve que apostar mais alto, não?
Slash: “(gargalhadas) Na verdade foi muito prazeroso e valeu a pena todo o esforço, porque me deu uma nova perspectiva sobre a questão do vocalista. Não é tão dramático e agitado como minha experiência anterior dizia. Isso tem me dado uma nova atitude em lidar com vocalistas, com todo o devido respeito ao Axl e ao Scott. Os dois são cantores maravilhosos e parte do que os faz tão fantásticos é a volatilidade deles. Então não posso dizer nada negativo sobre isso. Para essa gravação, não saber onde eu estava me metendo facilitou a coisa toda”.

Indiretas, alguem?

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Publicado em quarta-feira, 21 abril 2010, em Notícias e marcado como , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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